O encontro foi realizado em todas as regiões do estado e abordou temas atuais de interesse das indústrias.

Rio do Sul, 29.06.2026 - O Circuito FIESC foi criado para ampliar o acesso a conteúdos estratégicos, conectar sindicatos e indústrias associadas às soluções da FIESC, cumprindo, assim, o objetivo da entidade de se aproximar ainda mais do industrial catarinense.

Em Rio do Sul, no Alto Vale, o evento foi realizado na noite de segunda-feira, 29, com a participação de profissionais que atuam na sede da FIESC, em Florianópolis, e com o apoio dos sindicatos patronais da indústria. 

“Ao trazer estes especialistas para o Alto Vale, a FIESC  descentraliza suas atividades, fazendo as informações chegarem direto na origem das demandas”, destacou André Armin Odebrecht, 1º vice-presidente da FIESC. 

Lino Rohden, vice-presidente da FIESC para o Alto Vale, também enalteceu a iniciativa. 

“Eu acho importante este evento porque as indústrias precisam se atualizar. Muitas já estão fazendo o dever de casa, mas para outras faltam esclarecimentos e compreensão dos temas”.

O primeiro a se apresentar foi Ismael Marcelino, economista e pesquisador. Ele explicou como funciona o Hub de Crédito e Capital, da Academia FIESC de Negócios, que conecta indústrias ao sistema financeiro, oferecendo apoio na busca por melhores condições de crédito e atendendo as demandas por soluções estratégicas de desenvolvimento.

Em seguida, Arthur Calza, economista do Observatório FIESC, detalhou o panorama atual da economia, no estado e no Alto Vale, evidenciando os principais setores e a geração de empregos. Ele afirmou que o cenário é de desaceleração e que diante das incertezas políticas e econômicas, a orientação é diversificar clientes e fornecedores. 

Depois, foi a vez de Leonardo Santana, advogado, e Amanda Barbosa, engenheira de Segurança do Trabalho. Eles trouxeram atualizações sobre a proposta de redução da jornada 6x1, que tramita na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, assim como a atuação da FIESC e da CNI nesta questão. Outro ponto tratado foi a NR-1, cujas atualizações entraram em vigor no final de maio. A novidade é que as multas por descumprimento na norma foram suspensas por 90 dias. 

O encerramento das exposições ficou com Clóvis Barreto Júnior, CEO da Mosaic IA e professor do ENA, que falou sobre a aplicação da inteligência artificial na indústria como ferramenta para aumentar a produtividade e reduzir a carência de mão de obra no setor. Segundo Clóvis, a tecnologia não substitui pessoas, mas otimiza processos e potencializa resultados.

Com informações de Assessoria de Imprensa FIESC Alto Vale.

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